Flor que embeleza o jardim de minh'alma
és razão de ventura e gozo,
eis teu servo ditoso,
diante de conspícua formosura
esta criatura inexiste,
Sem tua alvura tudo é triste,
só a saudade subsiste;
Minha ignorância,ofende tua rutilância:
Teu olhar terno é d'alma bastança,
Tua voz melíflua me encanta e faz criança
desejando perdurar nossa aliança,
ó minha amada,sou cioso em tua caminhada
Ao teu redor não vejo nada,
Exceto a lubricidade tua que reverbera minha estada
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